quinta-feira, 27 de maio de 2010


Ultimamente essa diversidade musical tem causado bastante polêmica. E definitivamente, é algo que tem me chamado muito á atenção. Tenho visto uma enorme quantidade de pessoas falando sobre tal, e então, resolvi colocar a minha opinião em pauta. Eu, particularmente acredito que não exista divisão no rock. Vi algumas entrevistas por ai, e tirei conclusão de que “pra grande massa existe o Pagode, Axé, Rap, Sertanejo, Funk e Reggae. Se você não é isso, você é rock”. (Já constando que NÃO estou dizendo que se você é rock, ou outro gênero, você perde o teu direito de ouvir outra coisa, ok?!). Enfim, criaram essa divisão no rock. Existem emos, hard core, metaleiros, punks, from uks, e por ai vai. Eu, não veria isso de modo tão ruim, se não existisse tanto preconceito. Emos, foram conhecidos por serem melancólicos e usarem preto, falar de amor etc, e o mundo inteiro se revolta contra eles. Eu defendo. Ao meu ver, “falar de amor não faz mal a ninguém”. O fato de eles não terem vontade de falar sobre drogas, prostituição, os torna piores, baixos e afins? Acredito, que eles expõem o que eles passam, sentem, de forma mais densa e só. E não estão te induzindo a rebolar até o chão ou a manusear uma arma entende? A sociedade tem dado muita ‘trela’ pra coisas fúteis, e o que é bom, o que é cultura, tem ficado pra traz. E isso, não é certo. Outra coisa que tem sido bem mal vista, são os ‘coloridos’. Se os caras usam preto e são tristes eles são inúteis. Se usam colorido e são felizes, eles continuam inúteis. A partir disso, eu simplesmente comecei a ignorar qualquer tipo de crítica a respeito. E cheguei a conclusão de que, NADA que seja novo supera expectativas da sociedade em que vivemos. Se você quer ouvir rock de verdade, vai , ouve, tem muito rock bom por ai, não ta extinto. Agora, se você prefere, “aposto um beijo que você me quer”, “sou filho do Fabio jr, sou pop na malhação e virei famoso”, ou se preferir dançar o rebolation tion, rs, fica a teu critério. Tem espaço pra todo mundo. Se é bom ou não, não sou eu quem decide. São formas diferentes de expressar alguma coisa que eles sentem, ou vivem. Ou talvez não seja nada disso, rs. Mas não importa, estão na mídia, incomodando ou não, vão continuar na mídia e o mínimo que devemos ter é respeito. Afinal, “não adianta nada ficar falando da direita quando a esquerda vai cagar tudo também”.

Por @saaprado

sexta-feira, 14 de maio de 2010


Desde quando nasci, o fato de querer sempre acertar, mesmo fazendo errado, já existia. O engraçado, é que o trocadilho não nos favorece em nada e no final, voltamos ao início, sem nenhuma vantagem. Acontece minuto após minuto, e é quase que irracional. Está presente nas amizades, nos relacionamentos, seja onde for. E pior de tudo é que nem sempre é egoísmo da nossa parte, mas por não sermos iguais, nem sempre conseguimos entender os motivos alheios. Até tentamos ouvir, pensar ou perdoar se for preciso. Mas nos custa ver o outro lado da moeda quando se trata de um erro tão profundo. Afinal, querendo ou não, de alguma forma, alguém irá sofrer junto conosco. Erros são erros, e por mais que consertemos, as marcas ficarão ali, e sabe Deus quanto tempo levarão para serem apagadas. Em certas situações, o que sentimos pode até falar mais alto, porém a mágoa, uma hora ou outra vai vir á tona. Não temos como fugir. Infelizmente pra esse mal ainda não foi inventado cura. É como um espelho, se ele quebrar você pode consertar, mas as marcas estarão ali, no seu reflexo. Por isso, ás vezes é melhor deixarmos em branco as incógnitas da vida. Passamos tanto tempo correndo atrás de borboletas para o nosso jardim. Caímos e nos ferimos, sem ser preciso. Devemos, nos acalmar, aquietar os nossos corações, viver para nós mesmos. Plantar e cuidar do nosso jardim, que as borboletas, tão desejadas borboletas, se achegarão, enfim.

Por @saaprado

quarta-feira, 5 de maio de 2010




A gente passa tanto tempo da nossa vida procurando um amor perfeito, daqueles que fazem nossos olhos brilharem, que nos arrancam suspiros, seguidos das mão geladas e trêmulas. Procurávamos um amor de cinema, com aquele olhar profundo antes do beijo, com aqueles abraços apertados, cheios de paixão e desejo ao mesmo tempo. Mas, chega um dia em que cansamos de procurar, e deixamos tudo isso de lado.
Percebemos que, talvez, esse amor não existe e que todo esse tempo em que procuramos, de tudo, não foi em vão. Porque por mais exaustivo que fosse, aprendemos a cada segundo sobre esse sentimento tão imenso, que até certo ponto, pelo menos pra nós, não chegara a existir. Criamos a conclusão de que o amor nunca dura, e temos que encontrar outros meios de seguirmos a vida, sozinhos. E por mais difícil que pareça ser, acreditamos que foi o melhor. O melhor, porque deixamos de procurar e descansamos. Mas chegará o momento em que olharemos para algum rosto, que nos parecerá perfeito, nossos olhos irão brilhar profundamente, iremos sentir algo diferente dentro de nós e diremos: você, é a única exceção. No final, entenderemos que o amor não se procura, ele simplesmente vem até você! E tudo aquilo que desejávamos, acontece sem nenhum esforço. Duvidávamos tanto da sua existência, e questionávamos o sofrimento, as angústias, sem conseguir entender o porquê ... Porém, esse dia vai chegar, e quando chegar, simplesmente encontraremos todas as respostas dentro de mim, dentro de ti, dentro de nós. Encontraremos enfim, o amor.
Por @saaprado